perdi minha mãebem cedo, bem jovemfoi em outra vidarestou a crateraficou dona Veraaustera severaa mãe que perdinão sei se sonheise foi só quimerapor anos a vicortar e ferirmatar e sorrirum riso de ferame dói perceberque a mãe que amoque cedo perdinão se transformounão se fez megeraassim sempre foinão deixei de amartive que aprendera me preservara me defenderfiquei ao seu ladono leito finaltomei sua mãopor horas fiqueieu a vi tentarse apresentarmatrona impolutatão pura, tão veramas sua mão friajá não conseguiasustentar a facecom que escondiao medo e a maldadee sim, pude vero quanto temiao que lhe viriase foi sem sorrir