você se foivocê nunca esteve aquiquando me deu seu carinhovocê nunca imaginouo que estava plantandonum canteiro longamente abandonadoquando se abriu comigohoje eu vejoo medo que falavao medo que destravao que voltou a se fecharnão foi uma manga que desceurevelando o ombro macioou a curva que sugere um seiofoi menos e foi maisdesceu um pouco do véuque usamos em nossas almasque nos guardam do que feredesceu o véu e reveloua luz e a sombra que são vocêo medo passouo véu se fechouvocê se foivocê nunca esteve aquimas eu vi e eu lembromeu destino é lembrarminha maldição é não esquecere minha bênção é sentirvi você despidade um pouco do que vestee penso, desesperadoque ainda sou afortunadopobre de quem a viudespida, sim,mas também desnudanão tive esta alegriamas foi minha ventura